Saco Ideal & Co x Cabana

Depois de termos desenvolvido uma colaboração de sucesso com a Ideal & Co, lançamos através da Cabana (a nossa actual loja online e da qual O Editorial é co-fundador conjuntamente com o Abram a Boca e Fechem os Olhos) uma nova colaboração com a marca portuguesa. A Ideal & Co é verdadeiramente especial pela sua bonita colecção de malas e acessórios, bem como por promover a manufactura e materiais nacionais de qualidade. Como tal, quando pensámos em desenvolver uma colaboração que reflectisse o tipo de peça que utilizamos todos os dias, os nossos amigos da Ideal & Co estavam no topo da lista.

Este saco em canvas selvedge - produzido em teares antigos em exclusivo para a Ideal & Co e apresentando umas características riscas verticais - e pele de curtimenta vegetal - livre de crómio na sua produção - é simplesmente perfeito para tudo o que se possa pensar, seja ir para o trabalho, viajar, ao mercado ou fazer um piquenique.

Bastante robusto, com espaço para tudo (com três pequenos compartimentos no interior e um lateral com fecho de correr) e com elegantes alças e pormenores em pele, o saco Ideal & Co x Cabana é uma peça para usar e abusar, que certamente vai durar uma vida!

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Metropolitan by Brooks

Sinceramente não é muito difícil ficar apaixonado por tudo o que a Brooks faz, sejam os seus lendários selins para bicicleta ou bonitos acessórios para os ciclistas urbanos! Recentemente, a histórica marca inglesa lançou mais uma colecção que nos deixou de boca aberta pela magnífica atenção ao detalhe e design intemporal. A linha Metropolitan conjuga a grande experiência da marca em desenvolver acessórios bonitos e de grande qualidade com a funcionalidade, elemento essencial para quem se desloca em duas rodas. Poderíamos pensar num primeiro instante que a Brooks se tinha limitado a apresentar mais uma mochila, mas a colecção Metropolitan contempla diversos modelos que se adaptam às mais diversas situações. Desde a pasta Lexington, ideal para levar para o trabalho ou colocar no porta-cargas da bicicleta; a mochila impermeável em algodão orgânico Rivington; o versátil saco Mercer, perfeito para o quotidiano na cidade; ou o bonito saco de viagem Mott, que tem espaço para tudo o que precisa de levar num fim-de-semana; tudo é simplesmente perfeito!
Para acompanhar este lançamento, a Brooks apresentou um apelativo site dedicado à colecção, onde podemos ver as diversos modelos da Metropolitan em acção, bem como vários guias de cidades, ou Detours, elaborados por ciclistas urbanos de Londres a Nova Iorque, passando por Berlim. Verdadeiramente inspiradoras, os Detours da Brooks comprovam mais uma vez que a bicicleta é o meio de transporte perfeito para a cidade, perfeitamente adaptado à escala humana e ambiente urbano.

“A coisa que mais gosto de fazer é explorar, sinto-me ligada à cidade quanto estou numa bicicleta e adoro observar as estações mudar à minha volta,” Rachel Bale, Berlim.

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Denim para Sempre

Nunca saberemos se foram os franceses que criaram o denim por volta do século XVII - julga-se que a palavra é originária do tecido ‘serge de Nîmes’ - ou os genoveses através do ‘jean’, um tecido popular no século XVI, no entanto foi um alemão e um letão que desenvolveram a peça de vestuário mais popular dos últimos dois séculos, os jeans. Levi Strauss, o bávaro que se estabeleceu em São Francisco em meados do século XIX como importador de tecido e vestuário, conjuntamente com o seu cliente e futuro sócio Jacob Davis, emigrante vindo de Riga, inventaram e registaram as primeiras calças de ganga com rebites metálicos, que aumentavam a sua robustez e, sem o saberem, também o estilo. A partir daqui o resto é história e outras marcas como a Lee’s seguiram as pisadas da Levi’s para tornar as calças de ganga na derradeira peça de vestuário para todas as classes sociais, faixas etárias, estilos ou nacionalidades até aos dias de hoje.

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Recentemente, após a produção em massa de jeans ter invadido o mercado, tem-se observado o renascimento de um movimento de marcas que desejam recuperar técnicas de produção antigas, um retornar à beleza do denim dos tempos dos cowboys e da febre do ouro nos Estados Unidos, mas com um ‘twist' moderno.

Uma das grandes referências neste campo e um importante ponto de encontro de muitas destas marcas tem sido a Tenue de Nîmes, fundada em 2008 em Amsterdão, um espaço criado sob “os princípios básicos da qualidade, função e simplicidade com as raízes na história dos jeans, uma loja para partilhar as boas coisas da vida.”

Para Menno van Meurs, co-fundador da Tenue de Nîmes e um dos grandes especialistas internacionais nesta área, a ganga tem mantido a sua relevância porque “a sua beleza é também a sua força: a funcionalidade. É uma peça de roupa que foi construída para durar e tendo a qualidade como a sua espinha dorsal.”

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Tendo iniciado o seu percurso como roupa de trabalho no século XIX, os jeans do século XXI voltaram às origens e fazem agora parte da indumentária que milhões de pessoas das mais variadas áreas utilizam no seu quotidiano laboral, seja um designer industrial ou um trabalhador de escritório numa ‘casual friday’. Para além das calças de ganga terem deixado de ser apenas uma peça de vestuário rebelde, a verdadeira revolução no mundo do denim está relacionada com as melhores marcas adoptaram o selvedge como tecido de eleição. Produzido de forma tradicional, o selvedge é desenvolvido em teares antigos e ao contrário da ganga mais comum, os rolos de tecido são mais estreitos e fabricados com um fio único que corre na lançadeira de um lado para o outro no tear até formar um denim de textura única e original, sem extremidades que se possam desfiar.

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Para além de selvedge, o denim dos melhores jeans actualmente também são apresentados ao cliente final sem terem sido lavados ou manipulados anteriormente, deixando o tecido no seu estado original, ou seja raw. Toda esta atenção ao detalhe vai de encontro ao desejo de uma faixa de consumidores cada vez mais interessada na qualidade e na origem das suas calças de ganga, deixando de lado modas passageiras e o estilo sem substância. Afirmando que é difícil escolher as marcas que estão a desenvolver o melhor trabalho nesta área, Menno van Meurs refere que os “jeans nunca devem ser guiados por tendências, mas sim favorecer o corpo,” acrescentando que “existem duas marcas que estão a marcar a diferença de momento. A primeira é a Double RL da Ralph Lauren. Esta marca exclusiva tem as suas raízes no ‘cool’ do século XX, produzindo todos os jeans nas melhores fábricas e lavandarias dos Estados Unidos. No entanto, o que gosto mais é o corte clássico americano. Segundo, também estamos muito orgulhosos por termos lançado os nossos próprios jeans. A marca Tenue de Nîmes é baseada na qualidade, transparência e sustentabilidade. O objectivo é criar uma colecção de peças intemporais que venham a tornar-se num clássico de qualquer guarda-roupa. Os nossos jeans são produzidos em Itália com tecidos americanos e japoneses.”

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E é exactamente destes dois países que são originárias algumas das marcas premium mais vibrantes e apelativas do momento. Fundada em 2006 na cidade de Kojima, província de Okayama, a Momotaro é um excelente exemplo da tradição japonesa na produção de denim, que se iniciou após a Segunda Grande Guerra e foi-se aperfeiçoando nas décadas seguintes. Com o lema ‘produzido à mão sem comprometer (a qualidade)’, a marca sob direcção criativa de Katsu Manabe destaca-se pelo apertado controlo de todo o processo de fabrico, desde a escolha do algodão do Zimbabwe, as técnicas de tecelagem tradicionais em Rampuya ou o tingimento com indigo natural puro.

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Do outro lado do Pacífico, a Tellason é outra marca que também não deixa nada ao acaso. Fundada por dois aficcionados do denim, Tony Patella e Pete Searson, a Tellason está comprometida em fazer os melhores jeans Made in USA com componentes locais, bem no centro do berço dos jeans, São Francisco. Produzindo numa pequena fábrica dentro da cidade californiana, a Tellason utiliza o raw selvedge denim de qualidade vindo da emblemática Cone Mills, que ainda o produz em máquinas dos anos quarenta, bem como etiquetas em pele de curtimenta vegetal, criadas pela Tanner Goods, em Portland.

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Já na Europa, a Hiut tem vindo a marcar a diferença pelo empenho em reanimar a indústria em Cardigan, uma pequena cidade do País de Gales com tradição na produção de jeans, mas igualmente pelas peças de qualidade que tem apresentado desde a sua criação. Resultado da iniciativa de David Hieatt, a marca galesa conjuga o conhecimento de décadas dos artesãos locais com os melhores tecidos, incluindo raw selvedge da Kuroki, uma conhecida fiação japonesa.

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Apesar da distância que separa estas marcas e muitas outras que têm vindo a elevar o denim à forma de arte, o futuro dos jeans parece mais brilhante que nunca. “Acredito que uma peça tão forte como os jeans vai sobreviver a qualquer época, o denim tem conseguido reinventar-se vezes sem conta. Como tal acredito que o espírito livre dos jeans será eterno e a única coisa que o futuro nos trará será mais conhecimento ao nível do fabrico e desenvolvimento sustentável das peças,” refere Menno van Meurs, concluindo que o “denim, conjuntamente com a t-shirt branca, é a mais simples e vital parte do nosso guarda-roupa. Os jeans possuem este derradeiro estilo descontraído que complementam qualquer estilo.”

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Originalmente publicado na revista Doze

Cabana

Este é um projecto que nasceu da minha paixão e da Marta (minha mulher e parceira no ‘crime’) e que se materializou após muitos meses a planear, escolher produtos únicos e elaborar colaborações com as nossas marcas favoritas. A Cabana abre agora online (na versão portuguesa e de seguida a internacional) e muito brevemente terá a sua primeira loja pop-up em Lisboa! Este é um espaço de partilha de coisas bonitas, uma curadoria de objectos intemporais e duradouros para tornar o quotidiano mais feliz, esperamos que se apaixonem como nós e que também sigam o blog da Cabana, que terá um misto de novidades, receitas, entrevistas, inspirações e muito, muito mais! Na homepage d'O Editorial pode encontrar uma selecção de produtos da Cabana.

“Seja bem-vindo à Cabana, à nossa cabana que é também sua. Esta é uma loja com coisas bonitas de Portugal e além-mar, onde as portas estarão sempre abertas, porque a ideia é mesmo essa: entrar, ver de perto todos os pormenores e demorar o tempo que quiser. Gostamos de objectos funcionais com um design intemporal, coisas que trazem beleza ao nosso quotidiano e tornam os momentos especiais. Acreditamos que mais vale ter menos, mas melhor, investir em peças que possam passar de geração em geração.
Queremos que se apaixone por cada produto como nós nos apaixonámos, porque todos foram escolhidos a dedo pela sua qualidade e atenção ao detalhe. A Cabana é nossa, mas fizemo-la para si!”

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Voice Notes

Publicado em 2012, o Cycle Style de Horst A. Friedrichs é um dos nossos livros favoritos sobre bicicletas por celebrar a diversidade dos ciclistas em Londres, desde os tatuados com fixies aos engravatados de Saville Row e as suas bicicletas clássicas. Recentemente foi-nos trazido à atenção um novo projecto do Beta Studio de Madrid, no qual o livro Cycle Style é explicado num pequeno documentário narrado pelo próprio fotógrafo. Realizado por Montenegro & Lafont, o documentário mostra as motivações de Friedrichs para a criação do livro, a sua paixão pela cultura ciclista em Londres e o seu encontro com alguns dos personagens do livro, como o designer Paul Smith. Disponível no Vimeo On Demand, o documentário é uma visualização obrigatória por partilhar as histórias por detrás do dos livro mais celebrado do fotógrafo alemão, conhecido por retratar de forma apelativa as sub-culturas pelo mundo.
Para celebrar o lançamento do documentário, também estarão disponíveis 20 cópias do livro assinadas por Horst A.  Friedrichs, a não perder!

 “Foi por acaso que conheci o Horst e no nosso primeiro e único encontro tivemos a oportunidade de falar sobre o seu trabalho e folhear alguns dos seus livros. Descobri imediatamente que ele era um grande contador de histórias e apercebi-me que os seus livros não expressavam isso de nenhuma forma. Comoveu-me a sua liberdade, verdadeira paixão pela fotografia e ciclismo. Senti que seria uma grande oportunidade para revelar a contraparte que vem com documentar algo que faz parte de ti mesmo. Foi uma incrível experiência para ambos.” Montenegro & Lafont

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Walls of Benin

Trazidos da Índia pelos britânicos, onde eram utilizados pelos muçulmanos, os pijamas acabaram por se tornar numa peça essencial da indumentária doméstica da classe alta britânica nos séculos XVIII e XIX. Recuperando esta peça que caiu em desuso até recentemente, Chi Atanga lançou a marca Walls of Benin, cruzando a cultura ocidental e africana de forma exemplar. Tendo-se inspirado para o nome na extensa muralha que protegeu o Reino do Benim durante séculos, Atanga desenvolveu uma apelativa colecção onde o design simples do pijama tradicional se cruza com coloridos padrões africanos.
Sedeado no Porto e produzindo a colecção em Portugal, Chi Atanga tem como sonho futuro fabricar integralmente as suas linhas em território africano através da iniciativa Fabrica Sacred Heart, promovendo o desenvolvimento sustentável e responsabilidade social. Para além deste projecto em curso, gostamos da bonita reinterpretação do pijama clássico através da combinação de atenção ao detalhe e padrões inusuais, perfeitos para acordar com um sorriso na cara! Fazer pré-encomenda aqui.

“Tal como a música ‘Cape Cod Kwassa Kwassa’, a Walls of Benin é influenciada pela mistura das culturas nativa e ocidental. Os nossos produtos e perspectiva definem de forma perfeita o exotismo refinado do Oriente encontra o Ocidente, igualmente tradicional e novo, requintado mas crú.”

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O'Dell's

Com este nome até poderia ser um pub tradicional, mas em vez disso é uma bonita loja em Shoreditch, Londres. Fundada no ano passado por Tom O’Dell, que trabalhou em vestuário de homem durante vários anos, esta pequena loja é a prova de que a capital britânica é um local único no que diz respeito ao melhor retalho independente. Tal como o nome indica, a O’Dell’s é um espaço com um forte cunho pessoal, onde o fundador apresenta as suas marcas favoritas de todo o mundo, muitas delas exclusivas no Reino Unido. A selecção de produtos é exemplar e dirigida a alguém que aprecia produtos de qualidade, concebidos por artesãos ou pequenas marcas, como uma edição limitada de camisolas da O’Dell's, velas da PF, produtos de pele da Ashdown Workshop, escovas da Turner & Harper, cosméticos da Honest e perfumes da Musgo Real, entre muitas outras coisas. Para além da selecção de produtos, a loja também merece uma visita pelo ambiente descontraído, simplicidade e muita luz natural!

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Huez

A bicicleta é o nosso meio de transporte diário na cidade e o equipamento técnico (adoramos os nossos calções Assos e jerseys da Rapha) é definitivamente a forma mais confortável de pedalar, mas por vezes a bicicleta, o trajecto ou a situação pedem roupa mais comum, mas apropriada para o selim. Para além da Rapha, com a sua linha dedicada à cidade, a Huez é uma excelente alternativa para quem pretende pedalar em grande estilo. Fundada por Lorenzo Curci, que abandonou uma carreira na finança para se dedicar a este projecto, a marca londrina apresenta uma colecção de vestuário casual, que cruza os melhores tecidos técnicos com cortes elegantes. Inspirada por uma das montanhas mais emblemáticas do Tour de France, o Alpe d’Huez, a marca britânica é dedicada a todos o que se querem divertir nas suas bicicletas. Adoramos os calções e calças chinos, que por fora têm uma aparência convencional, mas no interior possuem um confortável almofadado; a camisola impermeável; e o casaco em lã merino com forro em Teflon. Muito bom!

“Para fazer a nossa roupa, inspirámo-nos nos locais mais espectaculares do planeta, e utilizámos os melhores materiais da Europa, Estados Unidos e Japão. Nós apresentamos performance e estilo para o ciclista de estrada competitivo, o ciclista do quotidiano e todas as pessoas que querem divertir-se nas suas bicicletas.”

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Whipping Post

É muito interessante observar que muitas das boas ideias ou produtos surgem da frustração dos seus criadores, seja por estarem exaustos das profissões que exercem ou por esse mesmo descontentamento os fazer voltar às origens, ao que é verdadeiramente essencial. Ryan Barr, o fundador da Whipping Post, é um excelente exemplo disso e o resultado não poderia ter sido melhor. Depois de várias tentativas profissionais falhadas, o então músico decidiu criar por si próprio uma correia para a sua guitarra, lançando assim a semente para a Whipping Post. Depois de ter adquirido experiência na indústria e de ter encontrado uma unidade de produção no México, através do seu mentor, Ryan Barr lançou a sua bonita colecção de malas e acessórios em pele de curtimenta vegetal. Produzidas com extrema atenção ao detalhe e possuindo um design intemporal, as peças da marca americana  não se ficam pela imagem, sendo excelentes para uma utilização intensiva, perfeitas para serem passadas de geração em geração. Para além da mochila com o topo de enrolar, adoramos os sacos militar e de fim-de-semana e a mala de mensageiro!

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Nido

Já há algumas estações que temos vindo a seguir a interessante marca sul-americana Nido. Fundada em Buenos Aires, a Nido apresenta uma apelativa colecção de peças essenciais, produzidas inteiramente com lã de ovelhas locais. Apresentando uma especial atenção ao detalhe, todas as peças da marca utilizam lã tingida, fiada e tricotada manualmente na Argentina. Este respeito pelos processos artesanais e materiais de qualidade reflecte-se na originalidade da colecção, nos pequenos pormenores e imperfeições que tornam as peças especiais e intemporais. Apesar de ser Verão no Hemisfério Norte, a colecção Outono/Inverno 2015 da Nido apresenta alguns básicos essenciais para a próxima estação fria que adoramos, incluindo camisolas, cardigans, luvas e gorros em tons neutros e térreos. Na Europa, a Nido pode ser encontrada na Fable + Folly no Reino Unido, Riviera na Suíça e UshowU na Holanda.

“O processo de criação de cada uma das nossas peças de vestuário é totalmente artesanal. A lã é um material nobre e natural com valiosas qualidades, que só precisa de alguns passos para se adequar ao nosso corpo e satisfazer uma necessidade tão básica como o de nos aquecer. Assim, a principal propriedade das nossas roupas é serem produzidas com lã, e o seu valor encontra-se na forma simples e natural como é manipulada, das ovelhas até à peça acabada, sem quaisquer extras, porque acreditamos que não são necessários.”

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