Saco Ideal & Co x Cabana

Depois de termos desenvolvido uma colaboração de sucesso com a Ideal & Co, lançamos através da Cabana (a nossa actual loja online e da qual O Editorial é co-fundador conjuntamente com o Abram a Boca e Fechem os Olhos) uma nova colaboração com a marca portuguesa. A Ideal & Co é verdadeiramente especial pela sua bonita colecção de malas e acessórios, bem como por promover a manufactura e materiais nacionais de qualidade. Como tal, quando pensámos em desenvolver uma colaboração que reflectisse o tipo de peça que utilizamos todos os dias, os nossos amigos da Ideal & Co estavam no topo da lista.

Este saco em canvas selvedge - produzido em teares antigos em exclusivo para a Ideal & Co e apresentando umas características riscas verticais - e pele de curtimenta vegetal - livre de crómio na sua produção - é simplesmente perfeito para tudo o que se possa pensar, seja ir para o trabalho, viajar, ao mercado ou fazer um piquenique.

Bastante robusto, com espaço para tudo (com três pequenos compartimentos no interior e um lateral com fecho de correr) e com elegantes alças e pormenores em pele, o saco Ideal & Co x Cabana é uma peça para usar e abusar, que certamente vai durar uma vida!

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Papier Tigré Berlim

Para celebrar os dois anos da loja de Paris, os nossos amigos da Papier Tigré abriram recentemente um novo espaço em Berlim. Admirando o trabalho da marca francesa desde há muito - quando escolhemos os produtos para a Cabana, foi uma das primeiras marcas que trouxemos - a nova loja no bairro de Mitte espelha bem as suas criações coloridas, gráficas e repletas de ironia. Apresentando a totalidade da sua colecção, a Papier Tigre não se limitou em Berlim a exibir os seus bonitos cadernos e acessórios, contando igualmente com uma cuidada selecção de revistas, as velas da Kerzon, os produtos para homem da Le Baigneur e claro um café, que complementa de forma exemplar este espaço de 120 metros quadrados muito convidativo. A visitar!

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Denim para Sempre

Nunca saberemos se foram os franceses que criaram o denim por volta do século XVII - julga-se que a palavra é originária do tecido ‘serge de Nîmes’ - ou os genoveses através do ‘jean’, um tecido popular no século XVI, no entanto foi um alemão e um letão que desenvolveram a peça de vestuário mais popular dos últimos dois séculos, os jeans. Levi Strauss, o bávaro que se estabeleceu em São Francisco em meados do século XIX como importador de tecido e vestuário, conjuntamente com o seu cliente e futuro sócio Jacob Davis, emigrante vindo de Riga, inventaram e registaram as primeiras calças de ganga com rebites metálicos, que aumentavam a sua robustez e, sem o saberem, também o estilo. A partir daqui o resto é história e outras marcas como a Lee’s seguiram as pisadas da Levi’s para tornar as calças de ganga na derradeira peça de vestuário para todas as classes sociais, faixas etárias, estilos ou nacionalidades até aos dias de hoje.

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Recentemente, após a produção em massa de jeans ter invadido o mercado, tem-se observado o renascimento de um movimento de marcas que desejam recuperar técnicas de produção antigas, um retornar à beleza do denim dos tempos dos cowboys e da febre do ouro nos Estados Unidos, mas com um ‘twist' moderno.

Uma das grandes referências neste campo e um importante ponto de encontro de muitas destas marcas tem sido a Tenue de Nîmes, fundada em 2008 em Amsterdão, um espaço criado sob “os princípios básicos da qualidade, função e simplicidade com as raízes na história dos jeans, uma loja para partilhar as boas coisas da vida.”

Para Menno van Meurs, co-fundador da Tenue de Nîmes e um dos grandes especialistas internacionais nesta área, a ganga tem mantido a sua relevância porque “a sua beleza é também a sua força: a funcionalidade. É uma peça de roupa que foi construída para durar e tendo a qualidade como a sua espinha dorsal.”

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Tendo iniciado o seu percurso como roupa de trabalho no século XIX, os jeans do século XXI voltaram às origens e fazem agora parte da indumentária que milhões de pessoas das mais variadas áreas utilizam no seu quotidiano laboral, seja um designer industrial ou um trabalhador de escritório numa ‘casual friday’. Para além das calças de ganga terem deixado de ser apenas uma peça de vestuário rebelde, a verdadeira revolução no mundo do denim está relacionada com as melhores marcas adoptaram o selvedge como tecido de eleição. Produzido de forma tradicional, o selvedge é desenvolvido em teares antigos e ao contrário da ganga mais comum, os rolos de tecido são mais estreitos e fabricados com um fio único que corre na lançadeira de um lado para o outro no tear até formar um denim de textura única e original, sem extremidades que se possam desfiar.

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Para além de selvedge, o denim dos melhores jeans actualmente também são apresentados ao cliente final sem terem sido lavados ou manipulados anteriormente, deixando o tecido no seu estado original, ou seja raw. Toda esta atenção ao detalhe vai de encontro ao desejo de uma faixa de consumidores cada vez mais interessada na qualidade e na origem das suas calças de ganga, deixando de lado modas passageiras e o estilo sem substância. Afirmando que é difícil escolher as marcas que estão a desenvolver o melhor trabalho nesta área, Menno van Meurs refere que os “jeans nunca devem ser guiados por tendências, mas sim favorecer o corpo,” acrescentando que “existem duas marcas que estão a marcar a diferença de momento. A primeira é a Double RL da Ralph Lauren. Esta marca exclusiva tem as suas raízes no ‘cool’ do século XX, produzindo todos os jeans nas melhores fábricas e lavandarias dos Estados Unidos. No entanto, o que gosto mais é o corte clássico americano. Segundo, também estamos muito orgulhosos por termos lançado os nossos próprios jeans. A marca Tenue de Nîmes é baseada na qualidade, transparência e sustentabilidade. O objectivo é criar uma colecção de peças intemporais que venham a tornar-se num clássico de qualquer guarda-roupa. Os nossos jeans são produzidos em Itália com tecidos americanos e japoneses.”

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E é exactamente destes dois países que são originárias algumas das marcas premium mais vibrantes e apelativas do momento. Fundada em 2006 na cidade de Kojima, província de Okayama, a Momotaro é um excelente exemplo da tradição japonesa na produção de denim, que se iniciou após a Segunda Grande Guerra e foi-se aperfeiçoando nas décadas seguintes. Com o lema ‘produzido à mão sem comprometer (a qualidade)’, a marca sob direcção criativa de Katsu Manabe destaca-se pelo apertado controlo de todo o processo de fabrico, desde a escolha do algodão do Zimbabwe, as técnicas de tecelagem tradicionais em Rampuya ou o tingimento com indigo natural puro.

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Do outro lado do Pacífico, a Tellason é outra marca que também não deixa nada ao acaso. Fundada por dois aficcionados do denim, Tony Patella e Pete Searson, a Tellason está comprometida em fazer os melhores jeans Made in USA com componentes locais, bem no centro do berço dos jeans, São Francisco. Produzindo numa pequena fábrica dentro da cidade californiana, a Tellason utiliza o raw selvedge denim de qualidade vindo da emblemática Cone Mills, que ainda o produz em máquinas dos anos quarenta, bem como etiquetas em pele de curtimenta vegetal, criadas pela Tanner Goods, em Portland.

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Já na Europa, a Hiut tem vindo a marcar a diferença pelo empenho em reanimar a indústria em Cardigan, uma pequena cidade do País de Gales com tradição na produção de jeans, mas igualmente pelas peças de qualidade que tem apresentado desde a sua criação. Resultado da iniciativa de David Hieatt, a marca galesa conjuga o conhecimento de décadas dos artesãos locais com os melhores tecidos, incluindo raw selvedge da Kuroki, uma conhecida fiação japonesa.

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Apesar da distância que separa estas marcas e muitas outras que têm vindo a elevar o denim à forma de arte, o futuro dos jeans parece mais brilhante que nunca. “Acredito que uma peça tão forte como os jeans vai sobreviver a qualquer época, o denim tem conseguido reinventar-se vezes sem conta. Como tal acredito que o espírito livre dos jeans será eterno e a única coisa que o futuro nos trará será mais conhecimento ao nível do fabrico e desenvolvimento sustentável das peças,” refere Menno van Meurs, concluindo que o “denim, conjuntamente com a t-shirt branca, é a mais simples e vital parte do nosso guarda-roupa. Os jeans possuem este derradeiro estilo descontraído que complementam qualquer estilo.”

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Originalmente publicado na revista Doze

Barrocal

Desde o início que o Barrocal é um projecto que nos apaixona, pela ambição, estética cuidada e por valorizar uma das regiões mais bonitas em Portugal, o Alentejo. Temos acompanhando todo o percurso do Barrocal desde a criação do primeiro site, com entrevistas aos arquitectos Souto de Moura e John Pawson - autores das residências que serão construídas na propriedade - ao lançamento do livro e dos vinhos do Barrocal, mas agora o projecto deu um passo importante com a sua abertura ao público através do novo hotel, spa e restaurante.
Liderado por José Uva, o Barrocal pretende tornar-se num ponto de referência e de de descoberta desta região do Alentejo e certamente o será pela beleza da propriedade e dos novos espaços renovados. Tendo o projecto geral ficado a cargo do arquitecto Souto de Moura e os interiores desenhados pelo atelier Anahory Almeida, o hotel é um magnífico exercício de simplicidade, um elogio modernizado à arquitectura vernacular e aos produtos locais. Decorado com mobiliário vintage português, materiais naturais, tapetes de Arraiolos e iluminação industrial, o hotel está perfeitamente à serenidade da paisagem envolvente, convidando a longas horas de relaxamento e observação das planícies alentejanas.
Para além do hotel, o restaurante e o spa são igualmente pontos de passagem obrigatória no Barrocal. Enquanto no primeiro os produtos locais orgânicos assumem um papel de destaque através de uma filosofia da quinta para a mesa, no spa os tratamentos ficam a cargo dos produtos naturais da Susanne Kaufmann e pode usufruir da sauna e sala de hidroterapia. Ainda pode fazer piqueniques, provas de vinhos, caminhadas e passeios de bicicleta em torno do Alqueva, bem como visitar a a bonita vila de Monsaraz ou Évora. Entretanto espreitem o novo site, é um excelente aperitivo. Mal podemos esperar para visitar o Barrocal!

“Na mesma família há mais de 200 anos, a propriedade tem o seu coração no monte, uma antiga pequena vila agrícola, que foi trazida de volta dos ritmos da vida quotidiana rural como um notável hotel de luxo discreto, situado no meio de velhos carvalhos, oliveiras e vinhedos. Aqui, a sensação de estar em casa está intimamente ligada com o sentimento de pertença à vastidão da terra.”

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Cabana

Este é um projecto que nasceu da minha paixão e da Marta (minha mulher e parceira no ‘crime’) e que se materializou após muitos meses a planear, escolher produtos únicos e elaborar colaborações com as nossas marcas favoritas. A Cabana abre agora online (na versão portuguesa e de seguida a internacional) e muito brevemente terá a sua primeira loja pop-up em Lisboa! Este é um espaço de partilha de coisas bonitas, uma curadoria de objectos intemporais e duradouros para tornar o quotidiano mais feliz, esperamos que se apaixonem como nós e que também sigam o blog da Cabana, que terá um misto de novidades, receitas, entrevistas, inspirações e muito, muito mais! Na homepage d'O Editorial pode encontrar uma selecção de produtos da Cabana.

“Seja bem-vindo à Cabana, à nossa cabana que é também sua. Esta é uma loja com coisas bonitas de Portugal e além-mar, onde as portas estarão sempre abertas, porque a ideia é mesmo essa: entrar, ver de perto todos os pormenores e demorar o tempo que quiser. Gostamos de objectos funcionais com um design intemporal, coisas que trazem beleza ao nosso quotidiano e tornam os momentos especiais. Acreditamos que mais vale ter menos, mas melhor, investir em peças que possam passar de geração em geração.
Queremos que se apaixone por cada produto como nós nos apaixonámos, porque todos foram escolhidos a dedo pela sua qualidade e atenção ao detalhe. A Cabana é nossa, mas fizemo-la para si!”

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Os Girard em Tóquio

Enquanto em Londres, no Barbican, o trabalho e vida dos Eames é reunido na magnífica exposição 'The World of Charles & Ray Eames', do outro lado do mundo, em Tóquio, a herança de outro ícone de meados do século XX - Alexander Girard - é celebrada através de duas interessantes exposições. Durante a Tokyo Design Week, o showroom local da Herman Miller, em colaboração com a Maharam, é o palco da exposição 'Alexander Girard: An Uncommon Vision', que vislumbra a criatividade do designer americano. Conhecido pela sua visão única, Girard destacou-se pela brilhante utilização dos textêis, cores e padrões, que se especialmente evidentes no seu trabalho para a Herman Miller ou para a extinta Braniff Airlines. Nesta exposição aberta até 7 de Novembro poderá encontrar uma selecção de peças de Girard, incluindo mobiliário, acessórios, painéis gráficos e textêis da Maharam.
Já na galeria Curator's Cube, o trabalho dos descendentes de Alexander Girard é exibido numa exposição colectiva dedicada aos seus netos. Mostrando a influência que seus os antepassados tiveram nas suas criações - desde o seu bisavô, um amante de arte, passando por Alexander Girard e o seu pai Marshall - o evento ‘Girard Continued’, que decorre até 8 de Novembro, exibe entre outras coisas, os quadros de Kori Girard e as esculturais peças da sua irmã Aleishall Girard Maxon. A não perder!

“O meu maior gosto e satisfação numa solução para qualquer projecto é descobrir a fantasia latente e a sua magia.” Alexander Girard

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Photo by Apartamento magazine

PH Furniture

Enquanto no passado, nas décadas de 80 e 90, muitos clássicos de design deixaram de ser produzidos ou tinham pouca atenção do público, devido à constante procura por novidade, mais recentemente as reedições de peças icónicas ou de criações esquecidas de arquitectos e designers reconhecidos tem sido uma dos grandes movimentos das marcas de design. A PH Furniture, recentemente lançada na Dinamarca, é um excelente exemplo desta procura pela qualidade e atenção ao detalhe das peças criadas no início e meados do século XX, dedicando-se à produção do mobiliário (quase desconhecido) desenhado por Poul Henningsen entre 1910 e os anos 30. Conhecido pelos esculturais candeeiros PH, produzidos pela Louis Poulsen, Henningsen desenvolveu ao longo da sua carreira diversas peças de mobiliário que materializam o seu profundo respeito pelos materiais como a pele ou a madeira. Tal como as criações de outros designers nórdicos da mesma época, as peças de Henningsen destacam-se pelas formas orgânicas, pequenos pormenores elaborados e pelo design intemporal, sendo hoje tão relevantes como aquando da sua criação. Com base em 40 desenhos originais recuperados pelos fundadores da marca, a colecção inclui bonitas peças como mesas, toucadores ou cadeiras, adoramos tudo!

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Taxonomy of Design

O modelo de negócio da Aesop é sem dúvida um 'case study' e deixa-nos sempre surpreendidos pela consistência do conceito e extrema atenção ao detalhe. Tendo conseguido o melhor dois mundos - produtos para a pele de qualidade e bonitas lojas desenhadas pelos melhores arquitectos e designers de interiores internacionais - a marca australiana lançou recentemente um novo site dedicado ao processo criativo dos seus espaços físicos.
Taxonomy of Design é uma excelente de inspiração e um levantar de veu para quem deseja ver os bastidores de uma das marcas mais bem sucedidas no campo dos cosméticos. Ao invés das grandes cadeias internacionais que uniformizam o design das lojas por todo o mundo, a Aesop destaca-se pelo imenso respeito pela comunidade, cultura e história local, apresentando espaços adaptados a cada localização. Um dos melhores exemplos deste empenho é a loja de Mayfair, em Londres, desenhada por Ilse Crawford em 2008. Através da bonita cor das paredes, um petróleo profundo, e das escolhas de materiais, mobiliário e acessórios, a loja apresenta uma visão verdadeiramente londrina, misturando modernidade e classicismo, um espaço perfeito para simbolizar a sensação de bem-estar associada à marca. Já em Kyoto, a loja desenhada por Shinichiro Ogata reflecte a pureza e história desta cidade japonesa através de um espaço de grande simplicidade, onde o branco e  materiais como o cobre, cimento e painéis de tecido dominam este espaço sereno e profundamente sensorial.
Para além destas, o Taxonomy of Design mostra todas as outras localizações da Aesop pelo mundo, acompanhadas por uma descrição pormenorizada dos materiais utilizados, abordagem arquitectónica e imagens das lojas. A visitar!

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London Design Guide 4ª Edição

Se existe cidade na Europa em que o retalho independente e o design são especialmente vibrantes é Londres. O London Design Guide tem sido desde o seu lançamento o perfeito instrumento para medir o pulso à criatividade na capital britânica e a quarta edição torna-se mais uma vez num volume essencial para todos os amantes do design. Lançada recentemente, a nova versão do guia mostra todos os locais a visitar em cada bairro, sejam lojas e galerias ou os melhores cafés e restaurantes. Para além da vertente mais prática, com mapas, moradas e descrições de cada local, a quarta edição revela os bastidores e algumas das figuras mais proeminentes do design em Londres. Para  além de visitas aos estúdios privados da dupla Barber & Osgerby, Ilse Crawford ou Ross Lovegrove, o guia apresenta entrevistas com o director do Design Museum Deyan Sudjic ou com veterano Zeev Aram, fundador da conhecida loja Aram, completando um dos melhores guias temáticos a nível internacional.

“O London Design Guide centra-se no próspero panorama de design da capital britânica: as lojas, os negociantes de peças vintage, as galerias e as oficinas criativas. O editor do guia - o escritor e comentador de design Max Fraser - mostra os destinos que melhor refletem o dinamismo e visão do panorama de design moderno local, analisando-os por bairro, incluindo mapas de fácil utilização para ajudar a navegar na vasta cidade de Londres.”

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Pod Sessions

A De Vorm é uma das marcas de mobiliário que mais nos impressionou nos últimos tempos pela beleza da sua colecção, funcionalidade e forma inovadora em como utiliza materiais como o feltro PET, produzido através da reciclagem de garrafas de plástico. A escultural poltrona Pod, produzida neste material, é a peça mais marcante da marca holandesa e o palco perfeito para uma nova série de entrevistas que a De Vorm, em colaboração com a What Design Can Do (uma plataforma e conferência anual sobre o poder do design), realizou a diversas figuras do meio criativo. Desde chefs a arquitectos, passando por designers e artistas, a Pod Sessions revela as suas inspirações, pensamentos e como influenciam o seu ambiente de trabalho e cultura. Das primeiras quatro entrevistas, que também incluem o arquitecto Ole Scheeren e o jornalista Jeroen Junte, destacamos a com o chef brasileiro Alex Atala, o qual descreve a comida como um dos maiores alicerces de todas as culturas, bem como a com Sam Bompass, criativo gastronómico da agência Bompass & Parr, que destaca a importância do ambiente para a nossa percepção do que comemos. Ansiosos para ver as próximas entrevistas com o designer gráfico Stefan Sagmeister e artista olfativa Sissel Tolaas.

“Nunca na minha vida podia imaginar que fazer comida brasileira no Brasil poderia ser reconhecido como um bom chef.” Alex Atala

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